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Médicos políticos: é preciso cumprir os juramentos

As denúncias de que os vereadores do amém não querem a CPI, dentre outro motivos porque se serviam da fila para dar um jeitinho e assim ganharem votos, é muito grave. Será que os médicos (Soni, Macieira e Sabóia) utilizam a mesma estratégia? Por que não querem a CPI? Há informações de que Paulo Soni teria dito, se referindo os quatro que já assinaram, “Vocês estão certos, eu também gostaria de trabalhar assim, mas preciso de uma estrada larga”.   O que será que quis dizer com o “preciso de estrada larga”? Lamentável a postura do dr. Paulo Soni, que, salvo engano, teve um grave problema de saúde e ‘ graças a Deus’ o superou e agora deixa os seus semelhantes na mão, preocupado apenas com sua carreira política. Cuidado, doutor! A Providência pode não duas chances para os ingratos. Pense que sua ‘Missão é com a saúde’, o mandato de vereador só faz sentido se puder fazer mais pela saúde. Tenho sérias dúvidas sobre médicos que enveredam pela política e esquecem aqueles dois juramentos, o que fizeram quando se formaram e quando assumiram os cargos eletivos. Não é mesmo doutores Batista, Heine, Sabóia, Soni, e… ?

Akino Maringá, colaborador

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