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O voto não foi secreto

Entre as coisas esquisitas que aconteceram na eleição dos conselheiros tutelares em Maringá, realizada ontem, está o voto em trânsito. Alguns deles simplesmente deixaram de ser secretos, o que contraria o princípio eleitoral. Em algumas seções o voto de um eleitor que pertencia a uma outra zona eleitoral era computado normalmente, colocado num envelope branco e depositado na urna. Em outras, o envelope era identificado com o nome do eleitor; ou seja, na apuração, ficaram sabendo em quem esses eleitores votaram.

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