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Minha opinião sobre o projeto da Lei Seca

Sabem de uma coisa? Não tenho opinião formada. Concordo com os argumentos dos prós e dos contras. Ouvindo Marly e Flávio Vicente, concordo que a aprovação da lei seria bom. Ouvindo até Heine, concordo com, se o objetivo é diminuir a criminalidade e acidentes, talvez não seja alcançado. De positivo ficamos sabendo que John e Zebrão não bebem, mas o último estava preocupado com o casamento da filha e a possibilidade de não oferecer uma ‘biritas’ para os convidados. Fico com pena de quem mora perto de bares e não tem sossego para dormir. Enfim, estou confuso. De positivo a presença maciça de estudantes. Pena que não vão sempre. Quem sabe se estivessem presentes no dia da votação dos 40 anos para a empresa que vencer a licitação, o resultado fosse diferente. Vamos lá moçada, marquem presença mais constantemente, pois assim até líder fica mais educado. Falando nisso, que brincadeira mais sem graça, aquela da arma do policial!, ainda bem que John e Zebrão pediram desculpas.
Apreciemos com moderação! Se beber muito não dirija (se lembrar da recomendação). Com disse Mário Verri, em conversa de bar sempre saem boas idéias e decisões. Que tal fazer sessões da  Câmara, de vez em quando, em um bar?  Ah, não se esqueçam do carnaval promovido para Secretaria de Cultura. Vai ser o melhor, segundo ouvi a secretária  falando a Ronaldo Nezo. Isto é questão de classe. (desculpe meu caro leitor que leu até o final) .

Akino Maringá, colaborador

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