Jovem confessa morte a PMs
No início da noite de ontem, nas proximidades do Residencial Atenas, em Maringá, uma viatura da Polícia Militar foi atender ocorrência que seria de uso de drogas, mas ao chegar no local, William Guilhermino de Almeida, 19, foi logo erguendo os braços e se entregando: “Vocês estão aqui por causa do cara morto no G8, né? Fui eu mesmo que matei”. Ele deu detalhes, disse que a vítima – Adriano Aparecido de Moraes, 28 anos – havia lhe agredido, e que por isso descarregou o revólver. Adriano, que já tinha antecedentes criminais, morreu por volta das 5h30 do último dia 19, na avenida Mauá, ao sair da boate, tendo levado vários tiros pelas costas. Apesar dos detalhes, a versão carece de confirmação, pois a arma utilizada não bate.
Na delegacia, o pai de William, que se apresentou como assessor parlamentar da Câmara de Maringá (do gabinete do vereador Belino Bravin), disse não acreditar na história que o filho contou e que ele não é violento, prometendo apresentá-lo na quarta-feira à Polícia Civil. O rapaz também teria passagens pela delegacia.
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