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Festa sem fim

Do padre Orivaldo Robles:

Inútil negar a evidência de que somos um povo festeiro. Para muita gente, de dezembro ao Carnaval, a vida é só festa. A atenção se volta para passeios e compras, fazendas e chácaras, viagens e praias, noitadas e curtições de calibres vários. Isso tudo “y otras cositas mas”: a palavra festa conhece muitas traduções. Aplica-se a tudo o que causa prazer e alegria de momento. Mesmo que, depois, surjam consequências desastrosas. Pessoas usam o vocábulo para definir situação em que acreditam aceitável a prática de absolutamente tudo o que vier à mente, ainda que alguns “caretas”, segundo afirmam, torçam o nariz. A parcela maior do povo rala, de cedo à noite, todos os dias. Não se pode permitir o luxo da diversão. Há quem sequer no sábado e no domingo descanse direito. Precisa pôr na mesa o pão e o leite, o arroz e o feijão da família. Para esses, falar de festa não faz sentido. Leia mais.

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