O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), respondendo um pedido de informações do deputado Tadeu Veneri (PT), disse não existir estudos acerca de reajuste aos servidores comissionados do Executivo. “O que existe sim são estudos sobre a sistemática empregada pela gestão anterior no que tange ao pagamento de encargos especiais aos comissionados.” Segundo ele, foram verificados casos de pagamentos de encargos especiais diferenciados não havendo qualquer parâmetro de legalidade, moralidade ou isonomia. “Só atendia os interesses pessoais do antigo governo. O governador Beto Richa suspendeu esse expediente nos primeiros dias do governo”, revelou.
Traiano citou o caso de ocupantes de cargos de simbologia 1-c, cujo o valor padrão do vencimento era de R$ 1.659,79, mas que chegavam a receber R$ 4.790,24. “Ou seja, o chefe do poder Executivo, por sua simples vontade, dava esse benefício para os seus apadrinhados”.