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Gente doente

Do cartunista Lukas:

Indo a clínicas e consultórios a gente repara o quanto o ser humano é frágil e vulnerável. Quando estava fazendo fisioterapia pulmonar lá na Unimed, via a sala de espera lotada todas as vezes que ia. Calculo umas trinta pessoas por vez num entra e sai interminável durante todo o dia. Ontem fui no São Camilo fazer um exame de sangue. Eram sete horas da manhã e contei, por cima, umas 6o pessoas esperando a vez da coleta. Noves fora as que iam chegando e ficando em pé. Tive sorte porque, por se tratar de um exame pré-operatório, fui guindado à frente de outros e esperei apenas 20 minutos. Hoje fui no Instituto de Imagens fazer uma tomografia e um RX. A mesma cena se repetiu: contei cerca de 50 pessoas, às 8 e meia da manhã. Leia mais.

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