Não foi a primeira condenação por improbidade
A ação que apontou irregularidades no uso da verba do Funrebom, em 2011, descoberta em auditoria do Tribunal de Contas do Estado, não é a primeira condenação post-mortem do ex-prefeito petista por improbidade administrativa. Ele também foi condenado por manter irregularmente a vereadora Márcia Socreppa (PSDB), que acumulava o cargo eletivo com o cargo efetivo de assessor administrativo, acúmulo que o TCE e a Justiça consideraram incompatível. Em 2007 ela chegou a perder os direitos políticos por conta da irregularidade.
No caso do Funrebom, o TCE informou o município em 2006, mas somente em 2008 a administração acionou judicialmente o espólio de José Cláudio. Silvio II elegeu-se prefeito em 2004 com o apoio da irmã do ex-prefeito, Terezinha Pereira, secretária da Mulher desde 2005. A mãe do ex-prefeito chegou a impedir na Justiça que o PT utilizasse imagens do filho na campanha eleitoral.
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