Seis anos depois de denunciados, 12 dos 14 acusados de integrarem um esquema de fraudes na concessão de carteiras de habilitação na 13ª Ciretran de Maringá (a maioria ligada ao PMDB) tiveram o recurso julgado pela Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, na última quinta-feira. As condenações de primeira instância se referem aos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica e concussão (exigência de vantagem indevida). O acórdão ainda não foi publicado, mas o texto disponibilizado no TJ-PR informa que, por decisão unânime, o recurso dos réus Solange Jacon e Altair Vieira foi provido, o recurso dos réus Cleudenir Nasato, Emerson Froemming, Izael Machado, Antônio Carlos Martins Júnior, Paulo Kiyoshi, Sandro Bernardelli e Gomes Ambrósio não foram providos, o recurso da ré Odet Bauts foi parcialmente provido, e o recurso dos réus José Miguel Grillo e Dionísio Martins foi parcialmente provido. Houve sustentação oral da advogada (ex-jornalista) Marta Fanha e do advogado Alessandro Martins. O relator foi o desembargador Lidio José Rotoli de Macedo.
TJ-PR julgou recursos do esquema na 13ª Ciretran
As condenações de primeira instância se referem aos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica e concussão (exigência de vantagem indevida).