Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: “De um amigo sobre a palestra de FHC em Maringá: ‘A cabeça dirigente da cidade estava lá em 80% – as chamadas “forças vivas”. A “chamada” de nome a nome foi um pé no saco. Pelo menos 250 pessoas foram nominadas ou convidadas à mesa. Suntuosidade com preciosismos narcisistas, ao melhor estilo nóis é nóis e o resto é a rapa. Foram inacreditáveis 70 minutos de cerimônia e 50 minutos de FHC. A montanha pariu um rato, sem exagero’”.
Meu comentário: Pensei muito em ir. Cheguei a consultar meu saldo bancário para ver se tinha disponível os R$ 500,00, e tinha. É certo que teria que cortar alguns supérfluos, como uns chopinhos, churrasquinho com amigos, cinema e outras coisas de menor importância, por uns 30 dias, mas não poderia perder a palestra. Mas quando decidi ouvi o Adilson Santos, no Pinga Fogo, dizer que não havia mais convites. Quase chorei, mas agora depois do que contou o Messias, digo: Ainda bem que não fui, chega ouvir o líder do prefeito, prolixamente, defendendo seu ídolo e o ‘guverno muncipal’, principalmente a Secretaria de Cultura. Seria demais para mim.
Akino Maringá, colaborador