Dinheiro para o lixo
Lí no blog do Milton Ravagnani e peço licença para transcrever: “A prefeitura de Maringá está com prazo para responder a um mandado de segurança impetrado pelo Instituto de Reciclagem para Preservação Ambiental (Irepam) para ter acesso ao conteúdo do processo de manifestação de interesse (PMI) no qual a empresa Foxx Ambiental apresentou seu projeto de destinação final do lixo urbano, com a instalação de uma usina termoelétrica. O Irepam também protocolou um projeto manifestando o seu interesse, no mesmo molde do que foi feito pela Foxx. A questão agora é saber se o protocolo feito em 4 de abril está dentro do prazo para ter sua proposta avaliada pelo município. Há uma discussão aí onde o Irepam alega não ter recebido da prefeitura o mesmo dado para os demais interessados. Por via das dúvidas, seu projeto está protocolado. Se será avaliado ou não, ainda é cedo para dizer.
O que há de concreto no estudo do Irepam é que sua proposta final (há uma diferença no tipo de usina que cada empresa oferece) aceita uma tarifa de recebimento do lixo menor do que o proposto pela Foxx Ambiental. O custo final da usina também é menor.
Enquanto o projeto da Foxx prevê um investimento de R$ 150 milhões na usina, o do Irepam garante um custo de R$ 115 milhões. E, enquanto na conta da Foxx a tarifa de recebimento é de R$ 81,00, no do Irepam é de R$ 59,00.”
Meu comentário: E agora?
Akino Maringá, colaborador
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