Ontem mesmo uma nova petição (agravo regimental) foi protocolizada pelo seu irmão, Horácio Monteschio, que advoga para o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros. Anisinho, filho de ex-prefeito e cartorário de Paiçandu, seria o comandante de um esquema que desviou R$ 337 mil (não atualizados), de ITBI (imposto inter-vivos, cobrado nas transações imobiliárias) e até de IPTU recebido no cartório, durante durante 11 anos. Os contribuintes recebiam um recibo fraudado numa máquina matricial e não dava entrada nos cofres da prefeitura do município. Em 2005, ele chegou a ser preso pelo Nurce, acusado de ter contratado um homem para matar o então prefeito Moacyr José de Oliveira (PMDB), que descobriu a fraude.