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Ulisses vai, ou não, para o PPS?

A propósito de boatos de que  Ulisses Maia iria para o PPS, leio no blog no Diniz Neto o seguinte: “No seu blog, Milton Ravagnani fala que o PPS está em ebulição, em Maringá. Verdade. No Paraná o partido anda caçando bruxas, tentando expulsar prefeitos infiéis (leia-se “que não apoiaram Rubens Bueno na eleição do ano passado”), além de mudar diretórios e provisórias também contaminadas pela “infidelidade”. Não vejo muito futuro para o PPS. No Brasil a debandada de parlamentares para o novo PSD deverá ser muito grande. Aliás, fica a sugestão para o Rubens Bueno: criar um novo partido, o PRB (Partido do Rubens Bueno). Enquanto o PPS ainda existe, em Maringá ele já foi oferecido a gregos e a troianos. Tá aberto o leilão. Quem dá mais?”
Meu comentário: Bem apropridado o ‘gregos e troianos’. Como diria Verdelírio Barbosa, Ulisses Maia, que não é tonto, não deve deixar a tranquilidade do PP, onde Ricardo Barros tem dever de gratidão pela sua fidelidade, para se aventurar em outra legenda. Nada contra o PPS, pelo contrário é um partido como qualquer outro. Se eu fosse político iria para o PSD, o partido do Kassab. Tem duas vantagens: Quem está o mandato não o perde por infidelidade e contra o partido não há nenhum denúncia, nenhum processo, nada contra, afinal não se tem notícia de que algum “feto” possa ser ímprobo.

Akino Maringá, colaborador

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