Violência contra a história
A lei 5.945/2002, que oficializou Maringá como Cidade Canção, traz as justificativas e, entre elas, um fato ocorrido em 1962. O então secretário de Administração, Antenor Sanches, recebeu carta enviada por uma estudante de Minas Gerais onde ela solicitava dados “desta cidade nascida de uma canção”. Ele teve a ideia e iniciou então o movimento para tornar Cidade Canção o cognome de Maringá, o que obteve imediata adesão.
Maringá é Cidade Canção por causa da música de Joubert de Carvalho, com quem os bons prefeitos de antanho mantiveram bom relacionamento, enquanto viveu. Sugiro que uma eventual mudança – que soará tão violenta quanto a derrubada do prédio histórico da velha rodoviária – somente aconteça quando o membro do Conselho de Turismo que teve a ideia resolver sair candidato a vereador, se eleger e propor, então, no Legislativo, a tal alteração.
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