Ícone do site Angelo Rigon

Dia de quais mães?

Do padre Orivaldo Robles:

Como na semana passada, uma trova pescada no fundo do baú. Não sei se de Bastos Tigre, Belmiro Braga, Archimimo Lapagesse ou de outro. É sobre mãe: “A mãe que hoje nós temos/É como a luz, meu rapaz:/Só quando falta é que vemos/A falta que ela nos faz”.
Nos últimos quarenta anos, é meu primeiro Dia das Mães sem poder vê-la. Ainda estranho quando entro em seu quarto vazio. Quando nos deixou, na tarde de 7 de setembro, uma paz doce cobriu nossa casa. Vimo-la definhar de forma inexorável, amargurada e sofrente, apesar do nosso desvelo. Nada mais havia que fazer. Já nem tentávamos disfarçar as lágrimas, quando a víamos chorar rogando a Deus que a levasse. Ele decidiu que era hora de atendê-la. Na íntegra.

Sair da versão mobile