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A questão seria religiosa?

Leitor (a) nos chama atenção sobre a não reabertura do Parque Ingá com o seguinte pitaco, que reproduzimos: “E aí Akino, você não comentou sobre a desculpa esfarrapada do SB2 sobre o Parque do Ingá. Aquela que dizia que a demora na reabertura é culpa da burocracia das licitações. Ele só não explica como a licitação do transporte coletivo, que é na modalidade mais demorada de todas (concorrência), e com ações judiciais que também a atrasam, está quase no final e começou há menos de um ano atrás. Dizem que na verdade a intenção dele é que o povo esqueça que havia uma homenagem a um santo católico lá na gruta do parque.”
Meu comentário: Foi a primeira coisa que veio à minha mente quanto li isto. Por que uma licitação complicada quanto a do transporte coletivo foi tão rápida? De fato o nosso prefeito parece andar mal assessorado e mal informado. Em outro caso, naquele das ações de ressarcimento da taxa de iluminação pública, ele disse que tinha oito advogados da prefeitura trabalhando no caso e segundo informações são apenas dois. Este caso do Parque do Ingá realmente é misterioso. Parece que teriam sido contratados uns artistas plásticos de Manaus para fazer bichos, digamos cenográficos, e não sabe como foram pagos. Os problemas de licitação só podem ser neste caso. Enfim é tudo muito nebuloso. Se a questão for religiosa é grave. Salve-nos Santa Rosa, diriam alguns.

Akino Maringá, colaborador

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