O deputado federal Edmar Arruda aderiu a mais duas novas frentes farlamentares nesta semana. A primeira, a Frente Parlamentar Mista por um Sistema Tributário Nacional Justo, tem por objetivo estabelecer uma agenda de ações em defesa da Justiça Fiscal e da Seguridade Social. A outra é a Frente dos Direitos do Contribuinte, que objetiva a consolidação da busca da defesa dos direitos e garantias básicas dos contribuintes em suas relações com as autoridades fiscais e a instituição do Código de Defesa dos Contribuintes em âmbito nacional. O deputado ressaltou que ambas as frentes são importantes no processo de reforma tributária, há ano em trâmite no Congresso.
Nesta semana, como vice-líder do PSC ele atuou de forma a garantir no Código Florestal justiça para os pequenos produtores rurais e a agricultura familiar, que seria fortemente prejudicada se fosse obrigada a refazer reserva legal em pequenas áreas, muitas deles ocupadas e desmatadas por incentivo do governo, há muito tempo. Edmar também trabalhou junto com a Frente Parlamentar Evangélica para impedir a distribuição de material pelo Ministério da Educação que fazia propaganda de uma opção sexual. A presidente Dilma tomou conhecimento da reivindicação, que uniu evangélicos e católicos, e determinou a suspensão de entrega do material, denominado “kit gay”, além de admitir que ele não apenas informava e tinha caráter de propaganda, totalmente fora das atribuições do governo e do Estado. Hoje, Edmar participou de audiência pública da Comissão de Reforma Política, realizada na Assembleia Legislativa, em Curitiba. A comissão estão realizando audiências em todas as regiões do país, recolhendo sugestões para o texto do projeto de reforma política.
Nesta semana, como vice-líder do PSC ele atuou de forma a garantir no Código Florestal justiça para os pequenos produtores rurais e a agricultura familiar, que seria fortemente prejudicada se fosse obrigada a refazer reserva legal em pequenas áreas, muitas deles ocupadas e desmatadas por incentivo do governo, há muito tempo. Edmar também trabalhou junto com a Frente Parlamentar Evangélica para impedir a distribuição de material pelo Ministério da Educação que fazia propaganda de uma opção sexual. A presidente Dilma tomou conhecimento da reivindicação, que uniu evangélicos e católicos, e determinou a suspensão de entrega do material, denominado “kit gay”, além de admitir que ele não apenas informava e tinha caráter de propaganda, totalmente fora das atribuições do governo e do Estado. Hoje, Edmar participou de audiência pública da Comissão de Reforma Política, realizada na Assembleia Legislativa, em Curitiba. A comissão estão realizando audiências em todas as regiões do país, recolhendo sugestões para o texto do projeto de reforma política.