Li no blog do Lauro e reproduzo: “Sobre a estranha movimentação de medicamentos no Hospital Municipal, que no dia tinha até campana, o secretário de Saúde, Antonio Carlos Nardi, disse aos vereadores que não tem contato com vendedores de laboratórios. Que a maioria dos medicamentos são comprados pelo Consórcio Paraná Saúde, que garante preços mais baixos. Sobre o lançamento em duplicidade de uma nota de fatura, ele disse que foi um único caso registrado, e que posteriormente foi corrigido. E assegurou que nunca o Hospital Municipal ou a prefeitura compraram medicamentos superfaturados ou com prazo de validade próximo do vencimento.”
Meu comentário: Só faltava ele confirmar que o Hospital Municipal e a prefeitura compraram medicamentos superfaturados ou com prazo de validade próximo do vencimento. Não basta negar, é preciso demonstrar e como as suspeitas foram levantadas, só um levantamento minucioso, por um órgão fiscalizador, no caso da Cãmara de Vereadores, poderá atestar. Por essas e outras é que uma CPI é imprescíndível. Em política há uma máxima verdadeira, algo mais ou menos assim: Não basta parecer honesto, é preciso demonstrar. Por que Nardi e Sílvio não liberam seus vereadores para assinarem o requerimento e até votaram compra o pedido de explicações?
Akino Maringá, colaborador