Após Ariovaldo Costa Paulo ter renunciado por força de ameaça de dossiê, a diretoria do Observatório Social do Brasil está sendo “costurada” pelo mesmo grupo do secretário ficha-suja Ricardo Barros, que tenta sutilmente manter o mando na entidade. Segundo fontes, a renúncia foi uma forma de aliviar a pressão das bases. Outros nomes de Maringá seriam candidatos, “surgindo” para a manutenção da atual situação. Se passar, a coisa fica em casa e tudo bem para quem quer usar a entidade para fins eleitoreiros. Há os que acreditam que seria interesse de empreiteiras que atuam nas prefeituras.