Algo a se lamentar

A ida da senadora Gleisi Hoffmann para a Casa Civil, em lugar de Antonio Palocci, na Casa Civil, era apenas uma expectativa no final da semana passada, quando as coisas ficaram ainda mais apertadas para o ex-ministro. Agora, o Paraná passa a ter um casal de ministros e o Senado ganha o sócio do filho do ex-vice-governador Orlando Pessuti numa de suas cadeiras.

Foi essa imposição de Pessuti, de ter a suplência de Gleisi, que tirou de Maringá a chance de ter o empresário Luiz Tel (Gráfica Regente) como senador numa hora dessa. Tel, do PSC, seria o suplente da futura ministra, mas o ex-vice-governador, costurando o apoio do PMDB ao PT, vetou.