Poder paralelo
O instituto de Dorival Dias surgiu em dezembro de 2008, quando, prevendo que teria dificuldades para se reeleger presidente da Associação dos Funcionários Municipais de Maringá, criou a ONG que, três meses depois, conseguiu que a administração Barros lhe autorizasse a transferência dos convênios; entre eles, está o da Unimed. No final de 2009 a chapa do diretor do Procon foi impugnada e ele não pôde disputar a eleição na AFMM, que foi vencida por Marcelo Mazarão.
A IAFM, com o apoio da administração, exerce um poder paralelo com a AFMM, que teve o número de convênios reduzido com a criação do instituto do ex-vereador. A diferença é que enquanto na associação os recursos advindos dos convênios são aplicados na própria AFMM, os do instituto ninguém sabe para onde vão. A situação tem causado descontentamento entre os funcionários.
*/ ?>
