Podemos discordar da doação do terreno da rodoviária velha para empresários, que seriam financiadores de campanha dos Barros, mas é certo que há previsão de retorno em área construída, pelo menos no valor do mercado. Ou seja, se o município não ganhar, pelo menos não perde, teoricamente.
Já pela concessão do uso das ruas por quase 300 ônibus rodando diariamente, desgastando o asfalto mantido com o nosso dinheiro (contribuínte), explorando um serviço público que poderia gerar lucro para o município, e com uma margem alta de lucratividade, segundo alguns estudos, quanto a concessionária pagará? Há previsão de luvas? Qual o valor? Por hora só sei que a licitação, além de não prever possível redução do valor da tarifa, ainda fixa em cerca R$ 6 milhões por ano, a título de pagamento do passe do estudante.
Talvez seja um dos maiores ‘negócios’, com aparência de legalidade, que se esteja fazendo e em que muita gente ganha, menos o contribuinte e o usuário.
Akino Maringá,colaborador