Desmond Tutu e a inclusão de gays na Igreja
Do bispo Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz de 84:
Um estudante uma vez me perguntou: se eu pudesse fazer um pedido para reverter uma injustiça, qual seria? Eu tive que pedir duas. Uma é para que os líderes mundiais perdoem as dívidas das nações em desenvolvimento que as mantêm nesse estado de submissão. A outra é para que o mundo acabe com a perseguição das pessoas por causa de sua orientação sexual, que é tão injusta quanto o crime contra a humanidade, o apartheid.
Essa é uma questão de justiça comum. Lutamos contra o apartheid na África do Sul, apoiados por pessoas de todo o mundo, porque os negros estavam sendo culpados e obrigados a sofrer por algo que não podíamos fazer nada a respeito – a nossa própria pele. É o mesmo com a orientação sexual. É um dado determinado. Eu não poderia lutar contra a discriminação do apartheid e não lutar também contra a discriminação que os homossexuais suportam, mesmo em nossas Igrejas e grupos de fé. Na íntegra.
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