Da coluna Painel, na Folha de S. Paulo:
Diário de férias: A queda de Alfredo Nascimento pode não significar o encerramento da crise instalada no setor de Transportes. Luiz Antonio Pagot, um dos pivôs do episódio, procurou senadores do PR para dizer que parte dos aditivos a obras foi feita para alavancar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff, em 2010.
Ressaltando não ter havido irregularidade nessas ações, o diretor-geral do Dnit – cuja exoneração já está anunciada para depois de suas férias- afirma que recebia “ordens superiores”, entre outros, de Paulo Bernardo, então no Planejamento, hoje nas Comunicações. Pagot foi aconselhado a submergir, mas a oposição quer ouvi-lo em comissão do Congresso.
PS do Blog – No caso das obras em Maringá, onde há duas sob suspeitas de superfaturamento financiadas pelo PAC, circula que Paulo Bernardo seria uma espécie de sócio da administração municipal, daí os aditivos incompreensíveis. Sem contar que a Sanches Tripoloni, que constroi o Contorno Norte, também financiou a campanha de Enio Verri, ex-chefe de Gabinete de PB.