Bons tempos aqueles dos 21…
Quem acompanha a política maringaense é capaz de lembrar os grandes debates que aconteceram nas sessões da câmara municipal ao longo dos últimos anos. Com certeza, os mais acalorados, os que mais contribuíram para a discussão dos problemas da comunidade, aconteceram durante as legislaturas que tinham 21 vereadores. Mesmo no início da década de 90, quando o então prefeito Ricardo Barros criou o Grupo dos 13 para se livrar da cassação de seu mandato – as primeiras lajotas de seu condomínio multipartidário -, ainda dava gosto de acompanhar os debates.
Quando se reduziu o número de vereadores ficou mais fácil para a plutocracia – ali incluída a maior parte das entidades que hoje são contra o aumento das vagas – dominar, comandar e até “comprar” vereadores (é, infelizmente, há alguns que se “vendem”). Para alguns, é mais fácil “legislar” desta forma, fugindo do voto popular. Vereador pode ter um monte de defeito, mas teve a coragem de colocar a cara a tapa e se eleger, coisa que não têm muitos dos que se escondem atrás de entidades que querem continuar mandando nos destinos da cidade.
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