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Dinheiro público para o lixo

Segundo reportagem de Murilo Gatti, publicada em O Diário o juiz da 2ª Vara Cível de Maringá, Airton Vargas da Silva, proibiu a Prefeitura de Maringá de contratar técnicas de incineração ou qualquer tratamento experimental para a destinação final do lixo urbano da cidade, independente do fato da usina estar localizada no município ou fora dele.Sem saber da sentença, a prefeitura lançou ontem um edital de licitação com o objetivo de contratar uma empresa de consultoria para analisar possibilidades de se gerar energia com o lixo.
O despacho do juiz faz parte da ação de execução da sentença que condenou a prefeitura a não usar mais o antigo lixão. O município também deve promover a recomposição da área, destinar um novo terreno para a construção de um aterro sanitário e promover um programa de gestão de reciclagem, sob pena de multa mensal no valor de R$ 10 mil. A decisão foi assinada em 29 de junho, atendendo a pedido formulado pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Maringá.
Meu comentário: Parece que alguns, em Maringá, têm verdadeira obsessão em mandar dinheiro público para o lixo, beneficiando a iniciativa privada.

Akino Maringá, colaborador

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