Entre pesos, medidas, e chicotadas
De José Roberto Balestra;
Durante meus vinte anos de convivência forense Brasil afora presenciei muita coisa; um tanto de justiça-feita e um outro de justiça-não-ser-feita. Se àquelas se deram efêmeras aleluias, a estas as dores acabaram, não as cicatrizes. Por uma visão não só técnica, mas humanista da vida, entendo as decisões; o juiz tem qualidades, defeitos e humores. Mas intricado é vê-lo tomando partido ou interpretando leis de modo incondicional, debilitando assim mais os lados frágeis da corda social. Isto me leva à conclusão de que “ser justo” não é só questão conceitual, doutrinária ou semântica, mas predicado miseravelmente inalcançável por mulher ou homem algum! Porém, é sim possível ser minimamente injusto! Leia mais.
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