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Negociante

Ainda na reportagem de Murilo Gatti,  temos a informação de que na manhã de ontem, o prefeito Silvio Barros já negociava a venda da energia elétrica proveniente de uma futura queima do lixo. Sem saber da decisão judicial, proibindo a incineração dos resíduos da cidade, Silvio aproveitou a visita do presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, para dar início aos planos.
O prefeito disse ao presidente da Copel que gostaria de vender à companhia o excedente da energia que viesse a ser produzida pelo lixo da cidade. Zimmer acenou positivamente, mas ponderou que a geração de energia a partir do lixo tem alto custo.
Meu comentário: Este é um negócio que precisa ser bem explicado.Como negociava? Não deveria ser a empresa? O contribuinte maringaense pagaria para ter a matéria prima, lixo, a um custo alto, utilizada por uma empresa privada produzir energia e vendê-la. Ao que parece é mais um negócio, em que o prefeito quer ser o pioneiro no Brasil, com final frustrante. Restaria tentar negociar a concessão dos serviços de água, para a iniciativa privada.

Akino Maringá, colaborador

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