A revista IstoÉ desta semana , em matéria de Sérgio Pardellas na Coluna Brasil Confidencial, trouxe a seguinte informação sob o título “O que Pagot espalhou, mas não contou: ‘Duas pessoas ligadas ao Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foram bastante mencionadas, ao longo da semana, por aliados de Pagot: a assessora Terezinha Nerone e Enio Verri ( …) Quando Bernardo era ministro do Planejamento, os dois eram responsáveis por acompanhar com lupa todo o processo de liberação de emendas dos ministérios para as Prefeituras. Desde a definição do chamado ‘ limite orçamentário’, estabelecido por Bernardo, até o pagamento do dinheiro para as obras. Verri e Terezinha, garantiram aliados de Pagot, tinham apreço especial pelas emendas destinadas à cidade de Londrina (PR).”
Meu comentário: Até prova em contrário não há qualquer irregularidade em acompanhar com lupa e apreço as emendas de parlamentares. O problema são as emendas dos orçamentos (aditivos) e no caso do Contorno Norte a situação parece incontornável. Não podemos esquecer que já está em gestação o contorno sul metropolitano, ou anel, que desviaria a BR na altura de Marialva, saindo em Floresta, cujo projeto de viabilidade custou aos cofres públicos mais de R$ 1,7 milhão, aonde o município de Maringá está participando com cerca de R$ 300.000,00, na opinião de forma irregular, pois se trata de uma rodovia federal. Este caso precisamos acompanhar com lupa.
Akino Maringá, colaborador