Adesivo indigna vereadores

O vereador Paulo Soni (PSB) disse há pouco, durante a sessão na Câmara de Maringá, que está mudando de posição em relação ao número de vereadores. Ele era favorável à manutenção das 15 vagas, mas depois da distribuição dos adesivos pelo movimento encabeçado pela Acim e Igreja Católica está “repensando”. Soni considerou o adesivo “um absurdo” e “um crime”, feito por pessoas que “pensam que são grande coisa, mas não são”, e quem quem usa o adesivo é criminoso e não é politizado.

“A injeção para que este movimento ande é dado por burgueses”, arrematou o vereador João Alves Correa (PMDB) em aparte. “Daqui a pouco eles vão querer indicar vereadores, os vereadores serão biônicos”, acrescentou. Já o vereador Mário Verri (PT) disse que se sentiu agredido pelo adesivo e pelos cifrões colocados nele, que dão a entender que “aqui” (na câmara) “corre dinheiro e não se trabalha”. Ele disse ainda que o fato de a maioria ser favorável à manutenção signifique esta seja a melhor escolha, lembrando que a maioria das pessoas também é a favor da pena de morte e que nem por isso ela deve ser adotada. John e Verri citaram o ataque de sexta-feira como motivo de preocupação.