O negócio é aguardar
Acontece nesta quarta-feira a disputa pela Fiep. A grande expectativa é quanto ao desempenho do secretário (?) de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros. Se perder, será sua segunda derrota nos últimos meses e, se permanecer no cargo, voltará a ter a firmeza da época do deputado-gelatina. Retornará menor do que quando entrou. Se vencer, poderá se preparar para suceder Beto Richa, pois terá fome de leão (coitadinho de Richa).
Mas as previsões são mesmo de que Edson Campagnolo ganhe com folga. A maioria do empresariado não quer um político mandando na entidade, a experiência infeliz com Carvalhinho foi suficiente para ter certeza de que já se foi esse tempo de mistura entre política e entidade classista; os poucos exemplos existentes ainda hoje no país não são nada animadores. O que interessará é mesmo o resultado a ser obtido em Maringá; Barros poderá, ou não, sair com um aguardado vergão na lomba, uma resposta à sua tradicional arrogância, talvez uma lição para seu duro estilo de mal agradecido. Sinal de que o ex-prefeito que saiu fugido pela janela do paço municipal de Maringá está preocupado com o resultado da eleição na Fiep é o seu desespero em atingir o atual presidente, Rodrigo Rocha Loures, buscando divulgar uma ação popular insossa, inodora, inconsistente, com aspecto de UTI (última tentativa do indivíduo), repetindo aquele jogo rasteiro no qual foi mestre por muitos anos. O negócio é aguardar.
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