O que Acim, OAB, Igreja e outras entidades não veem ou não querem ver
Continuando a análise das declarações do líder do prefeito, Heine Macieira, a Murilo Gatti, vejamos mais um trecho, onde teria dito que os comissionados são necessários e se mostra contrário a qualquer redução. “Na minha opinião (dele, Heine) o número já está reduzido demais. Liderei a comissão que discutiu a reforma administrativa e não era a favor de uma redução tão grande”.
Meu comentário: O vereador Heine poderia explicar o que fazem os seis assessores para Assuntos Comunitários; quatro assessores de Relações Institucionais; seis assessores parlamentares da Mesa; um assessor parlamentar da Presidência; um assessor de Apoio para Assuntos de Planejamento; um assessor executivo; um assessor de Cerimonial; um aAssessor especial para a TV Câmara; um assessor de Gabinete da 1ª Secretaria. Se provar que esses comissionados trabalham 30 horas semanais, dentro das atribuições que estão na lei e que produzem algo de bom para o contribuinte, nunca mais falarei e escreverei uma linha, com críticas à Câmara. Desafio qualquer especialista em administração a provar que esses cargos são necessários na estrutura administrativa do legislativo. Não é por culpa das pessoas que estão nomeadas. Elas não fazem, porque não há o fazer. É um absurdo total. Isto que a Acim, a Igreja, a OAB e todas entidades que estão trabalhando pela manutenção das 15 cadeiras precisam ver. É um esquema criado para facilitar eleição de membros da Mesa e reeleição de alguns vereadores.
Akino Maringá,colaborador
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