Não tenho dúvidas
Vale a pena analisar as declarações do líder do prefeito e 1º secretário da Câmara, segundo matéria publicada no Hoje Notícias, edição do último domingo, sobre cortes, de comissionados, recomendados pelo MP e TCE. Teria ele dito: A redução feita em 2009, para os atuais 29 funcionários, foi suficiente e ‘não tem sentido abortar ou cortar estes cargos’. Acredita que a sugestão do Ministério Público seja uma imposição da opinião do promotor sobre a Câmara. Nós não estamos fazendo nada de ilegal, não existe ilegalidade neste processo, esses funcionários são necessários e têm trabalho. O que tem que ser feito é a direção da Casa destinar funções para esses funcionários e cobrá-los.’
Meu comentário: Pelo que entendi, o vereador disse que a direção da Casa não está destinando as funções, nem cobrando-os. O que o sr. tem feito, dr. Heine, pois o sr. faz parte da direção da Casa? Vou responder: a direção da casa não tem como exigir nada , pois não há o que fazer, dentro da lei. Desafio o sr., mais uma vez, a nos informar o que podem fazer, dentro das atribuições fixadas na lei que criou os cargos, 6 assessores para assuntos comunitários; 4 assessores de relações institucionais; 6 assessores parlamentares da Mesa, só para citar 16 casos, há outros. São 480 horas semanais e quem se der ao trabalho de ler as atribuições concluirá que não há trabalho, são cargos desnecessários, foram criados para acomodar cabos eleitorais. Por favor dr. Heine, dr. Heine, não brinque com a inteligência das pessoas atentas. Os cargos são ilegais, os senhores estão fazendo, sim, ilegalidade. O sr.algumas vezes disse uma frase marcante que não me esqueço: ‘é burrice ou má fé’.
Akino Maringá, colaborador
*/ ?>
