Quem irá nos proteger?
O autor de um latrocínio foi avistado recentemente por parentes da vítima, um comerciante que teve a vida ceifada e motocicleta roubada. O criminoso, foragido, foi seguido pela filha da vítima, que do celular tentou contato com investigadores da Polícia Civil. O marginal entrou e saiu de uma residência e dirigiu-se a um bar, por volta das 18h. A polícia só foi atender o apelo da mulher, acredite, por volta da meia-noite. E, mesmo assim, para dizer que nada poderia ser feito.
Fatos como este fazem o maringaense se sentir órfão dos organismos de segurança pública. Junte-se a este tipo de situação, o sumiço de quilos e quilos de drogas de dentro do prédio da delegacia, o burburinho do envolvimento de autoridades com criminosos e a guerra intestina entre três grupos da própria polícia e se tem um retrato do quanto estamos longe de receber proteção do Estado.
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