Sururu no corredor

O tempo continua quente na Câmara de Maringá, mas hoje por conta de altercação entre dois assessores do vereador Mário Hossokawa. O bate-boca aconteceu no corredor que dá acesso ao plenário, na frente de várias testemunhas. Um diretor acusou uma diretora de receber muitas horas extras, valor que dobraria seu salário, que passaria dos R$ 12 mil mensais, e de manter uma “turma” que seria beneficiada da mesma forma, com salários médios de R$ 5 mil. O clima é tenso.