De Josias de Souza:
O ministro Wagner Rossi, representante do PMDB na pasta da Agricultura, grudou-se nas manchetes como ímã em chapa de aço. Se depender do servidor público Israel Leonardo Batista, ex-chefe da comissão de licitações da Agricultura, Rossi não descerá do topo das páginas. Israel é o personagem que trouxe à luz a revelação de que o lobista Júlio Fróes dispunha de sala no prédio do ministério e distribuía dinheiro a servidores. Em entrevista aos repórteres José Ernesto Credencio e Andreza Matais, Israel pronunciou frases inquietantes. Disse que Rossi “desarranjou” o setor de licitações do ministério. Afastou servidores do quadro efetivo e nomeou terceirizados que “vão assinar o que não devem”. Leia mais.