Corajoso e franco…
…Milton Ravagnani publicou em seu blog o seguinte: “Para infelicidade da turma, não compete ao TSE fixar um número mínimo para cada município, como tenta fazer crer o argumento de John. Um limite destes demandaria nova alteração no texto constitucional, obrigando a nova emenda. E discussões jurídicas desta natureza – legislação constitucional – são tratadas na esfera do Supremo Tribunal Federal (STF), não no TSE. A esperança dos vereadores, portanto, baseada na consulta ao TSE, é pífia. John sabe disso. Mas sabe também que o eleitor não distingue um tribunal superior do outro nem conhece os ritos processuais. E no meio dessa sopa de letras e de títulos de autoridade, tenta fazer crescer a ideia de que o procurador (substituto) de um tribunal estadual é o próprio julgador. Não é. O procurador atua na função do promotor público. Dá um parecer para que os desembargadores formem seu entendimento. Mas o eleitor não sabe disso. Ao atiçar ao fogo a gasolina da informação que trouxe na última sessão da Casa, John consegue confundir e criar o ambiente confortável para os vereadores claudicantes, como Carlos Saboia (PMN) e Paulo Soni (PSB), encontrem um argumento para pular logo de galho e se agarrar na teta fácil do aumento de vagas. John é esperto e atrai os espetinhos da Câmara para o seu lado. A vereadora Marly Martin (DEM), por exemplo, notória e histórica adversária de John, neste episódio regozijava-se com a novidade. Ela sabe que com 15 vereadores tem poucas chances de voltar para mais um mandato e, na sessão de terça-feira, agradecia aos céus por alguém invocar um princípio que justifique este atentado contra a opinião pública que sua turma insiste em praticar.
Meu comentário: Vixe!
Akino Maringá, colaborador
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