De quando o novo-novíssimo incomodou

De José Roberto Balestra
Período eleitoral no Brasil é coisa singular; não há nada igual no mundo! – diz a imprensa internacional. Não somos tão inocentes: o recheio do rocambole açucarado da afirmação tem gosto e cheiro esquisitos dos efeitos da lei-de-gerson. É assim que, em ocasião pré-eleitoral, do olho-d´’agua das especulações jorram festivamente nomes com qualificações políticas das mais diversas; ninguém mais do povo agüenta “os políticos profissionais”. (Nem eu!!) Quer-se o novo!

Malgrado esses “profissionais”, ainda se convive com incoerências: quer-se o novo, porém, de tão já viciados, olhos há que só enxergam no novo nome novo o turvo dos atos dos “profissionais”. Julga-se o particular pelo todo. Gritante injustiça! Na íntegra.