Por cenhão, pode

Algo corriqueiro, para se ter uma noção da cultura vigente na Secretaria de Serviços Públicos: um caminhão da Semusp passava numa rua do Jardim Alvorada, fazendo poda de árvores e uma dona de casa, onde uma parede vinha sofrendo com a ação de um coqueiro do jardim (a pressão era tanta que estava quase arrebentando a fiação elétrica e empurrando a frente da residência), perguntou se os servidores não poderiam cortar a palmeira, coisa que seria rápida. O funcionário disse que não poderia, mas que por R$ 100,00 faria com gosto. Foi o que acabou acontecendo.