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Pelé, mania de grandeza e $$$

Na atualidade, Pelé é como um museu: vive do passado. Suas aparições são puro jogo de marketing em nome pessoal (para alavancar mais contratos publicitários) e para difundir a imagem institucional das empresas que lhe pagam. Nada mais.
Ele se demonstra – com muito atraso – “solidário” com as vítimas japonesas dos dolorosos desastres ambientais. Legal. Seria melhor que Pelé tivesse a honradez de reconhecer como sua a filha Sandra (que era filha mesmo, conforme DNA). Ela não queria seu dinheiro, mas apenas o reconhecimento paterno. Faz alguns anos que a pobre Sandra morreu de câncer – em Santos – sem poder chamar seu pai de…pai…Quanta maldade, Edson Arantes do Nascimento! Além disso, Pelé cultiva uma imagem megalomaníaca. Ele é o melhor e maior…Mas, isto é assunto para a Psicologia. E não para um jornalista/historiador como eu.
No campo futebolístico, Pelé tinha vários “garçons”: Garrincha, Coutinho, Pepe, Zagalo…Maradona se virava sozinho em campo e Messi é genial em seus dribles para chegar ao gol e fazê-lo.

luiz carlos rizzo – maringá

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