Minha colaboração para a “comissão da verdade”
No sentido de auxiliar a comissão criada pela Câmara de Maringá para estudar quais cargos comissionados podem ser cortados e substituídos por efetivos (essa comissão seria a “comissão da verdade”) apresento minha colaboração:
1- Os de seis assessores parlamentares da Mesa podem ter suas tarefas executadas pelos 2 advogados efetivos e pelos assistentes legislaivos. Resumindo, podem ser cortados e não precisa chamar novos efetivos.
2- Os 6 Assessores para Assuntos Comunitários; 4 Assessores de Relações Institucionais; 1 Assessor Especial para a TV Câmara; 1 Assessor Parlamentar da Presidência; Assessor Executivo (…) e outros nem vale a pena repetir, nunca deveriam ter sido criados, portanto sua extinção é medida impositiva, independentemente no número de efetivos e comissionados.
3- Em resumo, dos 34 cargos comissionados da administração, 5 são ocupados por FG, seria interessante acabar com a possibilidade desses serem CCs, entendemos que podem ser cortados 25, ficando apenas 1 Chefe de Gabinete da Presidência; 1 Diretor Geral; 1 Coordenador de Comunicação; e 1 Assessor Parlamentar da 1º Secretaria, cargo que seria transformado em assessor de toda a mesa.
4- Nos Gabinetes dos Vereadores, cortar-se-ia, um cargo de Assessor Parlamentar de Base.
5- Seriam nomeados 4 novos servidores concursados. Assim, com o corte de 40 cargos e nomeação de 4, chegaríamos ao equilíbrio exigido constitucionalmente.
Akino Maringá, colaborador
*/ ?>
