Verdelíro Barbosa informa que tem assessor de vereador na Câmara Municipal de Maringá dizendo que está só esperando ser mandado embora para botar a boca no trombone. Não entendi bem. O que vão dizer? Que devolviam parte dos salários? Que foram injustiçados?
Tenho uma sugestão para os donos de cargos: Tentem colocá-los na iniciativa público privada (empresas privadas, beneficiadas pelo poder público, com votos dos vereadores). Se não der certo, dividam a verba de gabinete, os R$ 12 mil, por todos, num rodízio de assessores. Nomeia-se dois, exonera-se daqui a dois meses, de modo que ao final do ano todos tenham ganhado em média o que os salários dde mercado, entre R$ 600,000 a R$ 1.000,00 mensais, afinal são R$ 144 mil anuais que dão para remunerar até 12 assessores com salários de R$ 1.000,00 mensais. Neste caso alguns (vereadores) poderão ser sacrificados, mas é melhor do que uma eventual ”boca no trombone’. Prejuízos para os serviços com o rodízio? Nada, no fundo quase todos, salvo honrosas excessões, são mesmo cabos eleitorais.
PS. Dividam por nomeação. Não caiam no erro de pedir devolução para dividir, isto é muito perigoso. Exemplo, o chefe de Gabinete que ganha R$ 4.000,00 (arredondando), trabalha dois meses e fica seis fora, e assim sucessivamente com todos. Vai dar um trabalho, mas se quiserem ajudo a fazer a escala. Este sistema tem a vantagem do cabo eleitoral trabalhar mais livre, quando não estiver nomeado.
Akino Maringá, colaborador