O secretário de Fazenda e de Gestão, José Luiz Bovo, preparou-se todo para rebater o Observatório Social de Maringá, ontem, mas à noite, na reunião da Acim, a situação apontada no relatório do OSM continuava a mesma. Quer dizer, piorou: além das críticas a Bovo, que estaria tentando defender o indefensável, surgiram informações, transmitidas pelo presidente Carlos Anselmo, de que há sinais de irregularidades (mau uso do dinheiro público) também na Setran.
Durante a reunião surgiram boatos também de que numa compra a administração Silvio Barros II teria pago R$ 18,00 pelo quilo de arroz.