A educação em Maringá vai mal

Alguns colégios estaduais de Maringá estão com excesso de matrículas e parte dos alunos terá que mudar de horário ou matricular-se em outras escolas, afastadas de sua residência. Dificuldades que poderão gerar evasão escolar. Uma opção, equivocada, diga-se de passagem, é superlotar as salas de aula. A qualidade educacional vai para o espaço. A situação revela a falta de planejamento educacional, principalmente a ausência de diálogo entre a esfera municipal e a estadual. É preciso que a Secretari a Municipal de Educação (Seduc) informe ao Núcleo Regional de Educação (NRE) o número de alunos que estão concluindo as séries iniciais do ensino fundamental e que se transformam em demanda para as escolas estaduais. E, mais do que isso, é preciso investimento do Estado em construção e contratação de professores.

Ivana Veraldo