Cianorte “está cansada”

Em correspondência enviada à imprensa, os organizadores do movimento “Cianorte pela paz”, que vai parar a Capital do Vestuário no primeiro dia de dezembro, assinalam que a cidade “está cansada de ter que assistir passivamente a divulgação de inúmeros roubos à mão armada, que hoje atingem famílias inteiras em plena luz do sol. Qualquer casa está sujeita à invasão destes marginais drogados que rondam pelas ruas da cidade. As ameaças ao Poder Judiciário são um flagrante desrespeito à ordem constituída sem contar os homicídios freqüentes que a todo o momento são manchetes da imprensa falada, escrita e televisionada.Hoje se fala pouco da produção da cidade e da região, das suas riquezas, de seu comércio e de sua indústria. Tudo isto deu espaço para notícias de crimes e a população assustada e amedrontada, ao recorrer à Polícia Civil e Militar percebe que apesar dos esforços despendidos para atuar contra o crime, o pessoal designado para atuar em Cianorte é pequeno. O contingente de homens fardados hoje é menor do que vinte anos atrás”. Continua a mensagem: “Cianorte é a sede da Comarca e os crimes acontecem também nos arredores e nas cidades adjacentes. O clamor pela segurança de Cianorte se estende também para toda a região, que sabemos também deixaram de serem cidades pacíficas e acolhedoras para deixar reinar o medo e a insegurança.
Para clamar por segurança e pela instalação da sede da Companhia Independente da Policia Militar em Cianorte, estamos saindo às ruas, no dia 1º de dezembro, e esperamos que toda a região e sua população venha prestigiar este Movimento Cianorte Pela Paz. Não há cores partidárias neste movimento, eis que o clamor é de toda a sociedade organizada, através de suas escolas, associações, clubes de serviço, associação comercial e industrial de Cianorte, igrejas de todos os credos.
É o momento dos prefeitos municipais juntamente com as câmaras municipais e a população juntar-se a este movimento e clamar pela segurança e tranqüilidade de nossas ordeiras famílias. Venham somar-se ao clamor e ao grito de nosso povo!”.