Ícone do site Angelo Rigon

Óleo de peroba

Ouvi, na CBN Maringá, o prefeito Silvio Barros II (PP) em mais uma daquelas missões que detonam qualquer cristão: tentar justificar o injustificável, justificar a omissão diante do aumento absurdo que os vereadores de sua base aliada inventaram. “Não sou vereador”, disse, com a dureza de face que somente os que não possuem emoção costumam fazer. Afirmou que não poderia se imiscuir em direitos do Legislativo. Ora, logo ele, o chefete, o ténico da Turma do Amém, que dita as regras, que faz seus subordinados mudarem até de convicção para atender os interesses do irmão mais novo, como se viu no caso da mudança da lei de uso e ocupação do solo, casas geminadas, a antiga rodoviária etc…

A sociedade maringaense testemunha, mais uma vez, o lado mal, perverso, de se ter as conveniências de uma família dominar os poderes constituídos, se sobrepondo aos interesses da maioria.

Sair da versão mobile