Pouca repercussão na imprensa
A primeira sessão da Câmara de Maringá realizada após a discussão sobre os salários de R$ 12 mil aprovados para os vereadores da próxima legislatura não teve a produtividade habitual. Apesar do assunto encerrado, o tema tomou conta do plenário. A oposição informou ter pedido um parecer jurídico externo para embasar a apresentação de um novo projeto, revogando a lei que reajustou os salários de vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários. “Se for possível, vamos voltar a discutir com a sociedade um subsídio justo”, disse Humberto Henrique (PT). Mas para Umberto Crispim (PMDB), a discussão em torno do assunto é inócua. “Estão fazendo média em cima de um direito do legislativo. Não vi uma só entidade destas discutindo os salários de deputados, do governador, de ninguém. Acho que esse é um assunto para voltar a ser discutido em 2017”, disse.
Outro vereador irritado com o debate tardio era Belino Bravin (PP). Para ele, não há porque brigar por um salário que será recebido por vereadores que nem foram eleitos ainda. “A gente fica aqui igual bobo, brigando com a comunidade, por uma coisa que não é nossa.” O vereador Flavio Vicente (PSDB) criticou quem esteve na Câmara na sessão passada participando da manifestação. “Tinha gente que nunca tinha vindo à Câmara e que se achou no direito de se levantar e mostrar um cartaz, de protestar.” Ele ainda disse que havia se posicionado contra o aumento, mas Zebrão (PP) o interrompeu, revelando que Vicente foi o primeiro a defender o reajuste do subsídio. ( fonte O Diário, matéria Edmundo Pacheco)
Meu comentário: Ao que tudo indica esta sendo colocado em prática uma operação abafa em certos setores da imprensa, para que o caso dos $uper$alários seja logo esquecido pela população. Pinga Fogo mudo, O Diário dando pouca repercussão (Linjardi e Milton Ravagnani, nem tocaram no assunto em seus blogs). Forças poderosas devem estar agindo. Por que O Diário não faz uma campanha com fez pela reabertura do Parque Inga? Por que a CBN não faz um “Maringá Merece”?
Akino Maringá, colaborador
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