Armadilhas do fim de ano

Nossa sociedade estimula o máximo consumo e a satisfação do prazer imediato. Somos continuamente bombardeados por sedutoras propagandas que prometem bem-estar, status, conforto, projeção imediata e ilusão de segurança e nos fazem consumir excessivamente. No fim do ano essa lógica do “consumo, logo existo” exacerba. A publicidade ajuda a criar necessidades psicológicas por determinados produtos, desligadas totalmente das necessidades reais. As armadilhas do consumismo estão espalhadas por todos os cantos, pelas ruas, bares, restaurantes, nas nossas casas, etc. E nós, irrefletidos consumistas, piscamos, ao compasso das luzes do Natal?

Ivana Veraldo