Na última sexta-feira fez quatro anos que o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), mandou funcionários do município derrubarem uma canafístula de cerca de 120 anos de idade. O corte tornou-se símbolo dos crimes ambientais cometidos pela administração municipal. Havia determinação da Polícia Ambiental para que não houvesse a derrubada da árvore, pois a prefeitura não tinha autorização do IAP para tal.
Com a justiça lenta que temos e os subterfúgios que a legislação permite, o crime permanece impune até agora, apesar do empenho do hoje procurador de justiça Ilecir Heckert.