Além de apostar no tempo e na falta de memória do eleitor maringaense para não voltar atrás e manter o alto salário de R$ 12 mil para a próxima legislatura, os vereadores da cidade não querem sequer dar ar de moralidade à casa. O projeto de lei do vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN), que implanta a ficha limpa como condição para a nomeação de assessores, está criando teia de aranha, parado numa gavetas das comissões permanentes, tratamento bastante diferente do que é dado aos projetos do prefeito Silvio Barros II (PP), inclusive os ilegais, como o que criava o Parque Industrial Cidade Maringá, aprovado em primeira discussão e retirado em seguida após a constatação de que era absurdamente irregular.